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Antes: tá tudo bem ainda!

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Antes: ainda tenho cabelo. Saudades!

Meninas, lembram-se que contei sobre o meu corte químico rapidamente pelo Facebook? Então, vou falar sobre ele novamente! Mesmo que muitas de vocês já tenham ouvido falar sobre o assunto, sempre terá alguma desavisada na história. Eu, particularmente, era dessas, até quase perder todos os meus ralos fios de cabelo. Quando isso acontece, o fio fica extremamente frágil, elástico e muitos caem.

Nunca imaginei que os meus fiapos (por já serem finos e ralos) enfrentariam um processo mais agressivo que o pós-parto . Depois que tive as minhas duas filhas, o cabelo caiu visivelmente, mas nada comparado ao que passei após a química. Resumindo, resolvi contar a minha história a partir de uma sequência de fotos. Assim, fica mais fácil de entenderem. Vejam o antes:

Nessa época, entre junho e agosto de 2016, meu cabelo estava amarelado e, realmente, não estava feliz com o tom. Nunca tive problema em mudar o visual. Já tive do rosa ao roxo. E, dessa vez, queria o cinza, estilo granny hair. Acontece que todas as vezes que eu procurava um salão em Brasília e pedia o bendito cabelo cinza, estilo vovó, os cabeleireiros associavam o pedido à palavra “platinado”. Não, não é platinado! É cinza, porra!  Fiquei brava algumas-muitas vezes. Estava cansada de explicar a mesma coisa. Foram três tentativas sem sucesso. Da última vez, eu mesma comprei um tonalizante, sem amônia, e matizei o meu cabelo, em casa. De todas as vezes, foi a que eu mais gostei. Vejam:

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Antes: cabelo mais cinza feito em casa!

Acontece que esse acinzentado durou 15 dias e olhe lá. Passei de novo, mas desbotava muito. Queria algo definitivo. Foi quando procurei um salão que tinha gostado bastante e onde as pessoas eram muito atenciosas. Não vou divulgar o nome do salão, pois não vem ao caso e, depois do que ocorreu, a pessoa que realizou o procedimento devolveu o meu dinheiro e me deu um suporte. Cheguei a pagar R$620 no procedimento!!!

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No dia: samambaia style

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No dia: cinza? Não, azul!

 

Foram nove exaustivas horas no salão, muitas delas parecendo uma samambaia metálica ambulante. Perdi café da manhã, almoço e quase jantar com a minha família. Sabia que algo estava errado. E, batata! Mas não imaginava o que estava por vir. Da primeira vez que abriram os papeis alumínios, o cabelo estava roxo-azulado. Parecia até bonitinho molhado, mas, na hora de secar, estava muito feio. Tinham umas partes bem cinzas escuras e outras puxadas para um azul petróleo desbotado. Não dava para entender! E o cabelo já dava todos os sinais de que estava fraco.

Em vários momentos, observei os olhos de espanto dos funcionários do salão, que pareciam não acreditarem no que estava acontecendo. Eles gesticulavam e sussurravam, mas não captei na hora.  Depois de muito tempo, a cabeleireira disse que precisaria passar um shampoo anti-resíduos no meu cabelo para retirar aquela cor horrível. E eu disse “ok”, se fosse para chegar ao cinza. E assim aconteceu. Ela tonalizou mais algumas vezes. Acho que foram três, ao todo. No fim das contas, passei mais duas horas em procedimento e tive de ir pra casa com o cabelo molhado. Sem dar muito sinal do que tinha acontecido, ela acrescentou que eu teria de ficar com um creme na cabeça por uma noite e lavar no dia seguinte. A profissional argumentou que o cabelo estava fraco, mas eu não pensei que estivesse tanto. Em um momento do procedimento, puxei o meu cabelo e uma pequena mecha caiu. Perguntei a ela se ela normal e ela disse que sim. Mesmo com todos os poréns, não reclamei em momento algum, pois acreditava que o resultado final me convenceria. No dia seguinte:

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Um dia depois: Contos da Cripta

Depois de lavar o cabelo, estava ansiosa para ver a cor, mas, para a minha surpresa, o primeiro problema foi a escova. Metade do cabelo já tinha caído no processo de pentear os fios e o resto estava tão liguento que mal passava o dedo. DESESPERADOR!!!! Ao deixar ele mais natural, o meu marido chegou a brincar comigo me comparar ao personagem de “Contos da Cripta”, mas só depois dele tirar uma foto minha de costas que percebi como estava a situação (depois tento resgatar essa imagem). Depois disso, não me aguentei. Parti para a tentativa transloucada de fazer um a escova, passar finalizadores, deixar mais cremes no cabelo etc etc etc. Mas o melhor que consegui, depois de horas e horas no banheiro, foi o que vocês veem na foto acima. E até que estava bunitinhuuu, viu?! Pior foi ficando com o passar dos dias, as lavagens, até ficarem só três pequenas mechas de cabelo, uma de cada lado da cabeça. A franja, foi a parte mais fragilizada! Vejam:

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Durante: que porra de cabelo é esse?!

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Durante: meio sorriso condizente com o cabelo

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Durante: sol nas pontas pra disfarçar!

Preciso falar como ficou a autoestima? Primeiro, emagreci, depois engordei bastante. Fui ficando muito pra baixo, deixando de tirar fotos e aceitando a zoação alheia. Mas, paralelamente, fui pesquisando muita coisa. Mandava mensagem para a cabeleireira que fez o procedimento, pedindo ajuda. Ela devolveu meu dinheiro, claro, e me indicou alguns produtos. Entre eles, a máscara Penetraitt  da Sebastian. E essa salva, mas é cara! A que comprei foi mais de R$ 240. Por falar nisso, a profissional foi muito solícita e ficou arrasada com o resultado. Nem sempre é assim, neh!?

Enfim, não consegui ficar muito tempo com as três mechinhas. Chegou a um ponto que aceitei o que mais temia: cortar o cabelo. Sempre odiei a ideia porque nunca tive o cabelo muito grande. Além disso, o meu demorava bastante a crescer. Dessa vez, fui em um ótimo salão e conversei bastante com o profissional antes do corte. O resultado foi esse:

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Depois do corte: vovó style!

E com o passar dos meses:

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Depois: tá bom, mas tá curto!

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Depois: chapinha deixa mais estranho.

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Depois: mais natureba, só que não!

E, atualmente, o meu cabelo está mais ou menos assim. Eu até gosto da cor, mas a franja continua sem caimento. Nessas fotos, até que estava ajeitada, mas o processo de modelagem é muito demorado. Depois desse tempo, tenho recorrido menos ao secador e à chapinha. Isso fragiliza ainda mais os fios. Então, se tem uma dica que posso dar é essa: evite altas temperaturas. É importante ainda fazer o cronograma capilar, comprar bons cremes, finalizadores e evitar deixar o cabelo molhado por muitas horas. Evite lavar todos os dias!

Produtos recomendados:

Gastei muito dinheiro com o cabelo até aqui e química vai demorar bastante até fazer de novo. Ainda tenho muito para recuperar e estou aprendendo aos poucos, testando algumas hidratações, alguns produtos, pois nunca fui muito fã de cuidar do cabelo. Então, se você já passou por isso, sabe o quanto é doloroso. E, se você ainda não passou, não deixe de solicitar o teste de mecha antes de fazer qualquer procedimento como o meu, que clareie demais o cabelo!

Espero que tenham gostado das dicas e espero que possam compartilhar conosco as suas experiências!

Grande beijo!